quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Depois da grama, é a vez da camisa


O Palmeiras lançou no início deste mês um kit-torcedor que traz o hino alviverde cantado pelo goleiro Marcos, pelo atacante Edmundo e pelo meio-campista Valdívia e um pedaço da grama do Parque Antártica, que está em reformas.

Em um projeto de marketing semelhante,  o São Paulo foi pioneiro no Brasil no ano passado, quando conquistou o tetracampeonato brasileiro, na comercialização de partes do gramado do Morumbi em caixas de acrílico, tendo sido colocadas à venda 433 unidades em alusão aos quatro títulos brasileiro, três da Libertadores e  três do Mundial de Clubes.

O projeto são-paulino foi um sucesso, enquanto que o palmeirense ainda paira cheio de dúvidas, com o preço do kit-torcedor tendo o seu preço reduzido na última semana, conforme nota do Painel FC da Folha de SP do último domingo, em declaração do dirigente oposicionista Roberto Frizzo.

Agora é a vez de outro rival do Tricolor Paulista copiá-lo em uma sacada que faz sucesso desde o tetracampeonato em 2006.

Depois das vendas das camisetas 4-3-3 e mais recentemente as 5-3-3 criadas pelo marketing do São Paulo, a grife Santos Mania, que nada tem a ver com a instituição Santos Futebol Clube, “criou” a camiseta 8-2-2 em um protesto por alegar que o time praiano teria conquistado oito títulos nacionais.

Uma ação infeliz da grife santista, ainda mais em se tratando de uma idéia – esta sim pioneira mundialmente – inédita do publicitário são-paulino Rui Branquinho, que presta serviços para o Tricolor.

Aos torcedores do São Paulo resta ostentar o orgulho pelo clube que torcem e aproveitar o fiasco da grama palmeirense e o plágio santista para caçoar os torcedores rivais.

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